quinta-feira, 27 de outubro de 2011


O Ciclo da Vida

Toneladas de CO2 circulam na Terra. Eliminado na expiração dos seres vivos, o carbono é em seguida degradado e absorvido pelas plantas, que então produzem oxigênio.


O carbono liberado pelos troncos em chamas vai para a atmosfera

Toda a vez que expiramos, damos a partida no automóvel, acendemos uma lâmpada – ou fazemos qualquer outra coisa – lançamos dióxido de carbono na atmosfera. O carvão, o petróleo e o gás natural que movimentam a economia carbono incorporado a plantas há centenas de milhões de anos – e esse carbono agora está voltando à atmosfera através das chaminés, dos canos de escapamento e das queimadas. O CO2 é o principal, dentre os diversos gases gerados por atividade humana, que aumenta a capacidade da atmosfera em reter calor. O metano emitido por rebanhos de gado e aterros sanitários, assim como os clorofluorcarbonetos (CFC) usados em alguns modelos de geladeira e aparelho de ar condicionado, são outros desses gases. O derretimento de geleiras, o início antecipado da primavera e a elevação constante na temperatura média são apenas os sinais mais óbvios do aquecimento global a cada dia mais nítido no século 21.
Por ano, a humanidade despeja na atmosfera cerca de 9 bilhões de toneladas de carbono (são mais de 30 bilhões de toneladas de CO2). Desse total, 88% vêm da queima de combustíveis fósseis e da fabricação de cimento. O resto é desflorestamento. No entanto, menos da metade dessa emissão bruta permanece na atmosfera e contribui para o aquecimento do planeta. Para onde vai o resto? “Quando se pensa nisso, é um mistério e tanto”, revela o cientista Steven Wofsy. A sua estação de pesquisa na floresta Harvard, no estado de Massachusetts, não é o único local em que a natureza está respirando fundo e, com isso, ajudando a nos salvar de nós mesmos. Pois são as florestas, os campos e os oceanos que funcionam como sorvedouros de carbono. Eles reabsorvem metade do CO2 que emitimos, freando o seu acúmulo na atmosfera e adiando os efeitos no clima.

O problema é que os cientistas não sabem com certeza se esse processo benéfico vai continuar ou se, com o aumento das temperaturas globais, ele não poderia até mesmo virar algo prejudicial - com as florestas e outros ecossistemas se convertendo em fontes de emissão de carbono, lançando na atmosfera mais do que conseguem absorver. Tais dúvidas levaram os pesquisadores às florestas e aos campos, às tundras e aos oceanos, com o objetivo de monitorar e entender o carbono desaparecido.

Fonte: National Geographic Brasil

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O Sistema de Navegação da Tartaruga Marinha


Alguns pesquisadores descrevem a migração da tartaruga marinha dos locais de alimentação para os locais de nidificação como “uma das maiores façanhas do mundo animal”. Há décadas, esse réptil tem deixado especialistas intrigados.

Analise o seguinte:

A cada período de dois a quatro anos, a tartaruga fêmea vai à terra firme para botar e enterrar na areia seus ovos — que chegam a cerca de 100 num único ninho. Após a eclosão, os filhotes vão para o oceano. Daí, eles embarcam numa viagem incrível que, ao todo, pode cobrir uma distância de quase 13 mil quilômetros. Anos depois, as fêmeas adultas voltam para depositar seus ovos exatamente no mesmo local de onde elas saíram do ovo.


Como as tartarugas conseguem encontrar o caminho? "Parece que elas possuem algum tipo de mapa magnético", comenta o biólogo Kenneth Lohmann, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, citado no site National Geographic News. Pesquisas indicam que para se localizar a tartaruga detecta o ângulo e a intensidade do campo magnético da Terra. Ao usar estas duas características, as tartarugas conseguem determinar sua latitude e longitude, e assim sua posição em mar aberto. Essa incrível habilidade capacita esses filhotes pequenos e indefesos a migrar quase 13 mil quilômetros pelo Atlântico, "e elas fazem isso sozinhas, sem precisar seguir outras tartarugas", diz Lohmann.

CURIOSIDADES:

• Depois de botar e enterrar os ovos, a tartaruga fêmea abandona o ninho.
• Para conseguir quebrar as cascas do ovo, o filhote usa um dente especial chamado carúncula, que cai após a eclosão.
• As tartarugas marinhas passam 90% da vida no oceano.

O que você acha? Será que o sistema de navegação da tartaruga marinha surgiu por acaso? Ou teve um projeto?



FONTE: g2011/05

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Animais em Extinção

Anualmente, cientistas de diferentes partes do mundo constatam que várias espécies de animais entram em risco de extinção. Mamíferos, répteis, anfíbios e aves podem desaparecer do planeta para sempre.
As causas são diversas: falta de alimento, destruição do habitat, mudanças climáticas e até dificuldade de procriação.
Diversas instituições nacionais e internacionais que atuam em nome da sobrevivência dessas espécies provam diariamente que o ser humano tem a capacidade de transformar essa situação. Basta querer.
Urso polar é um mamífero nativo da região ártica e se alimenta, sobretudo, de carne.

O tigre-de-bengala é um mamífero nativo da Índia. Carnívoro, seu corpo pode chegar até três metros de comprimento.

 A arara-azul grande é nativa da América do Sul e pode ser encontrada no complexo do Pantanal.




 A ariranha é um mamífero característico do Pantanal e da bacia do rio Amazonas.




 A baleia-azul é um mamífero marinho que se alimenta principalmente de pequenos peixes e plâncton.



 A onça-pintada é um felino encontrado na região das Américas.




 Apesar do nome, o peixe-boi-marinho é um mamífero aquático. Nativo em toda a extensão das Américas, pode chegar a 300 kg.




 O cachorro-vinagre é um canídeo nativo da América do Sul e tem grandes habilidades de nado e mergulho.




 O cervo do pantanal é um mamífero ruminante e a espécie de veado de maior porte da América do Sul.



 O chimpanzé é um primata nativo das savanas do continente africano e sua alimentação pode variar de flores e frutas a insetos e pequenos pássaros.



 O gorila-das-montanhas é um primata originário da República Democrática do Congo e de regiões próximas como Uganda e Ruanda, no continente africano.




 O lobo-guará é um canídeo nativo da América do Sul e, no Brasil, a maioria vive na região do cerrado.




 O mico-leão-dourado é um primata nativo da Mata Atlântica.




 O orangotango é um primata originário das florestas da Indonésia e da Malásia.




 O panda-gigante é um mamífero nativo da China e, apesar de dócil, é violento quando irritado.




 O tamanduá-bandeira é um mamífero encontrado nas Américas Central e do Sul. Sua alimentação inclui formigas e outros insetos.



A tartaruga-de-couro é a maior de todas as espécies de tartarugas. Vive sempre em alto-mar e pode chegar a três metros de comprimento.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Estudo revela “dicas” de acasalamento animal.


Um estudo publicado na revista The American Naturalist, examinou como os machos de centenas de espécies de animais alteram suas estratégias para encontrar uma parceira, dependendo da competição que enfrentam.
"Descobrimos que há uma flexibilidade significativa nos hábitos e comportamentos de acasalamento em muitas espécies", afirma o co-autor do estudo, James W. A. Grant, professor de Biologia da Universidade de Concordia em um comunicado à imprensa. Espécies diferentes usam estratégias similares diante dos mesmos problemas para encontrar uma parceira.
Quando há muitos rivais por perto, os machos podem se tornar agressivos uns com os outros. Mas para os machos de muitas espécies diferentes de mamíferos, insetos, peixes, crustáceos, anfíbios e répteis, rechaçar os rivais nem sempre garante a fêmea desejada.
"Tendemos a achar que, quanto mais machos, mais brigas, porém, em certo momento, brigar com todos os machos torna-se muito cansativo e arriscado, já que aumentam as chances de ferimentos. Acima de tudo, a parceira em  potencial pode ser roubada por um pretendente mais atento”, explica a autora Laura K. Weir, da Universidade Simon Fraser, no comunicado da Concordia.
"Os machos podem desistir de cortejar a fêmea ostensivamente na tentativa de obter algum sucesso reprodutivo de outras formas”, afirma o co-autor do estudo, o professor de Biologia Jeffrey Hutchings, da Universidade de Dalhousie.
Em outras palavras, se houver muitos outros machos por perto, os machos de algumas espécies recorrem à ação furtiva para superar seus competidores. Eles são melhores amantes, não lutadores. Enquanto os brutos aplicam a força bruta, os machos mais “refinados” fisgam as fêmeas.
Mas se não houver muitas garotas, os machos tentam proteger a fêmea com quem estão para evitar que outros pretendentes tenham uma chance de acasalar.
"Os machos guardam as fêmeas até estarem prontos para acasalar com o objetivo de garantir algum sucesso reprodutivo e impedir a competição com o esperma dos machos posteriores”, disse Grant.
Mas cuidado garotas: o príncipe pode virar sapo se outras fêmeas aparecerem.
Se as fêmeas forem abundantes e os encontros forem frequentes, os machos podem abandonar as fêmeas que não são receptivas para encontrar uma que esteja pronta para acasalar.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Campanha Animal Planet - Os Animais Salvam o Planeta


Este vídeo mostra bem como o mundo necessita de ajuda - desde crianças até idosos. Um vídeo bem elaborado, no qual os animais vivem situações em que, de alguma forma, o descaso da população do nosso planeta os atrapalha nestas atividades, de uma forma bem humorada, mas que ensine a lição a todos.